Particularmente, gosto de abordar a simplicidade da fé. Refiro-me a fé como crença no Único verdadeiro Deus, que se revela ao homem através da Sua palavra, a Bíblia. Vibro com a graça que um dia me alcançou, trazendo-me compreensão de quem é Deus, como ele age e, principalmente, como ele agiu na criação do Universo.
Yuri Gagarin, astronauta russo e primeiro homem a viajar pelo espaço, em 12 de abril de 1961, declarou que esteve lá no alto e não viu Deus. Um dos seus conterrâneos, vivendo no Brasil, avançado em idade e crente fiel, declarou: “Era impossível meu patrício ver a Deus, pois a Palavra diz: Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus.” Yuri Gagarin estudou e se preparou, seu país investiu milhões de dólares, e mesmo assim não passou de um tolo com tal afirmativa. Seu compatriota, provavelmente, homem simples, pobre e até iletrado, conhecia Deus de perto. Ele não tinha um poderoso foguete para atingir às alturas, mas tinha a fé que desceu até ele graciosamente, e o fez íntimo amigo e filho de Deus (Ef. 2.8-9). Deus o fez sabedor de todas as coisas porque ele não era um homem natural como Yuri Gagarin, ele era um homem espiritual (1 Co 2.14-15).
É a simplicidade da fé!
No livro do Gênesis, a Bíblia narra o início de todas as coisas, de uma maneira simples e direta. Note que não há nada de complicado. Não há explosões, e nem teorias complexas. Deus se preocupa em dizer que ele criou tudo como queria, na mais perfeita harmonia, criaturas prontas e acabadas, não macacos esperando o tempo passar para virarem homens.
A nova tentativa dos cientistas em “desbancar” o Deus da criação, é a construção do maior acelerador de partículas do mundo, o LHC que busca recriar o Big Bang – teoria segundo a qual o Universo teve início numa explosão, emergindo de um estado extremamente denso e quente, há cerca de 13,7 bilhões de anos.
O LHC é um túnel de 27 quilômetros em forma de anel, construído a uma profundidade de 100 metros, passando por território da Suíça e França, que demorou doze anos para ser construído e custou mais de 3,76 bilhões de euros.
Uma forma simples de imaginá-lo é como uma imensa máquina de esmigalhar prótons, colidindo-os uns com os outros. Os caquinhos que emergirem das colisões são as partículas que os cientistas pretendem estudar à procura de um caquinho em especial, o bóson de Higgs. O nome assusta, e o apelido mais ainda – ele é chamado popularmente como “a partícula de Deus”, uma partícula que explicaria como todas as outras adquirem sua massa.
Mas essa tresloucada e inútil tentativa de provar a mentira evolucionista tem no próprio meio científico seus opositores, que temem efeitos colaterais.
“Eles afirmam que a colisão de partículas no acelerador poderia provocar a aparição de pequenos buracos negros, capazes de aspirar o planeta e fazê-lo desaparecer.” Ciência e Saúde UOL Internet – 28/08/2008.
Queridos irmãos! Vamos investir tudo o que pudemos para que aconteça no coração do homem um Big Bang, uma explosão criando nele uma nova criatura, pela ação dinamite do Espírito Santo de Deus. Vocês não acham que fé no Deus da salvação, é mais barata, menos complicada e definitivamente eficaz?
Fonte: G1 ciência e saúde / Física g1.globo.com
Pr. Mendes